Mas porque Almas Castelos? Eu conheci algumas. São pessoas cujas almas se parecem com um castelo. São fortes e combativas, contendo no seu interior inúmeras salas, cada qual com sua particularidade e sua maravilha. Conversar, ouvir uma história... é como passear pelas salas de sua alma, de seu castelo. Cada sala uma história, cada conversa uma sala. São pessoas de fé flamejante que, por sua palavra, levam ao próximo: fé, esperança e caridade. São verdadeiras fortalezas como os muros de um Castelo contra a crise moral e as tendências desordenadas do mundo moderno. Quando encontramos essas pessoas, percebemos que conhecer sua alma, seu interior, é o mesmo que visitar um castelo com suas inúmeras salas. São pessoas que voam para a região mais alta do pensamento e se elevam como uma águia, admirando os horizontes e o sol... Vivem na grandeza das montanhas rochosas onde os ventos são para os heróis... Eu conheci algumas dessas águias do pensamento. Foram meus professores e mestres, meus avós e sobretudo meus Pais que enriqueceram minha juventude e me deram a devida formação Católica Apostolica Romana através das mais belas histórias.

A arte de contar histórias está sumindo, infelizmente.

O contador de histórias sempre ocupou um lugar muito importante em outras épocas.

As famílias não têm mais a união de outrora, as conversas entre amigos se tornaram banais. Contar histórias: Une as famílias, anima uma conversa, torna a aula agradável, reata as conversas entre pais e filhos, dá sabedoria aos adultos, torna um jantar interessante, aguça a inteligência, ilustra conferências... Pense nisso.

Há sempre uma história para qualquer ocasião.

“Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” (Mc. 16:15)

Nosso Senhor Jesus Cristo ensinava por parábolas. Peço a Nossa Senhora que recompense ao cêntuplo, todas as pessoas que visitarem este Blog e de alguma forma me ajudarem a divulga-lo. Convido você a ser um seguidor. Autorizo a copiar todas as matérias publicadas neste blog, mas peço a gentileza de mencionarem a fonte de onde originalmente foi extraída. Além de contos, estórias, histórias e poesias, o blog poderá trazer notícias e outras matérias para debates.

Agradeço todos os Sêlos, Prêmios e Reconhecimentos que o Blog Almas Castelos recebeu. Todos eles dou para Nossa Senhora, sem a qual o Almas Castelos não existiria. Por uma questão de estética os mesmos foram colocados na barra lateral direita do Blog. Obrigado. Que a Santa Mãe de Deus abençoe a todos.
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sexta-feira, 3 de novembro de 2017

A existência de Deus

Questionavam, certa vez, sobre assuntos religiosos, um árabe e um ateu. Em dado momento o ateu, julgando que poderia confundir e perturbar o seu interlocutor, interrogou-o:

- Como podes crer na existência de Deus, se não o vês?

O filho do deserto respondeu:

- Quando vejo na areia as pegadas de um leão, digo: “Passou por aqui um leão”. Não vejo a fera, mas tenho certeza de sua existência como se a tivesse diante de meus olhos. Do mesmo modo, quando vejo impresso nas criaturas o selo de Deus, não vejo o Criador, mas tão certo estou de sua existência como se o visse. Não é o selo do homem ou do acaso que eu vejo no disco rutilante do sol ou na mais pequena flor da tamareira, mas o selo de uma potência, de uma sabedoria e de uma bondade infinitas, o selo de Deus; e por toda parte o vejo como vejo a minha imagem diante de um espelho de admirável perfeição.

O incrédulo não soube o que responder, vencido pelas eloquentes palavras de seu antagonista.


Fonte: Malba Tahan

terça-feira, 27 de setembro de 2016

A grande provação

Há certas coisas que valem a pena repetir, porque nos fazem bem. Recebi esse texto por e-mail de um amigo. Não sei quem é o autor, mas tenho certeza de que todos os que lerem vão fazer bom proveito. Vamos lá:

No ventre de uma mãe havia dois bebês. Um perguntou ao outro:

- Você acredita em vida após o parto?

O outro respondeu:

- É claro. Tem que haver algo após o parto. Talvez nós estejamos aqui para nos preparar para o que virá mais tarde.

- Bobagem - disse o primeiro - Que tipo de vida seria esta?

O segundo disse:

- Eu não sei, mas haverá mais luz do que aqui. Talvez nós poderemos andar com as nossas próprias pernas e comer com nossas bocas. Talvez teremos outros sentidos que não podemos entender agora.

O primeiro retrucou:

- Isto é um absurdo. O cordão umbilical nos fornece nutrição e tudo o mais de que precisamos. O cordão umbilical é muito curto. A vida após o parto está fora de cogitação.

O segundo insistiu:

- Bem, eu acho que há alguma coisa e talvez seja diferente do que é aqui. Talvez a gente não vá mais precisar deste tubo físico.

O primeiro contestou:

- Bobagem, e, além disso, se há realmente vida após o parto, então, por que ninguém jamais voltou de lá?

- Bem, eu não sei - disse o segundo - mas certamente vamos encontrar a Mamãe e ela vai cuidar de nós.

O primeiro respondeu:

- Mamãe, você realmente acredita em Mamãe? Isto é ridículo. Se a Mamãe existe, então, onde ela está agora?

O segundo disse:

- Ela está ao nosso redor. Estamos cercados por ela. Nós somos dela. É nela que vivemos. Sem ela este mundo não seria e não poderia existir.

Disse o primeiro:

- Bem, eu não posso vê-la, então, é lógico que ela não existe.

Ao que o segundo respondeu:

- Às vezes, quando você está em silêncio, se você se concentrar e realmente ouvir, você poderá perceber a presença dela e ouvir sua voz amorosa.

(Este foi o modo pelo qual um escritor Húngaro explicou a existência de Deus)

Desconheço o autor.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

A religião

Todos os homens são religiosos e sempre o foram em todos os tempos. Este é um dos fenômenos mais extraordinários da história. A religião pertence aos grandes patrimônios universais da humanidade, como a inteligência e a vontade, a linguagem, os costumes, etc. “A etnologia não conhece povos sem religião” , afirma Ratzel, o fundador da geografia humana.

“Lançai um olhar por toda a superfície da terra”, diz Plutarco, historiador antigo, “e podereis achar cidades sem trincheiras, sem letras, sem magistrados, povos sem habitações, sem uso de dinheiro, mas um povo sem Deus, sem orações, sem rito religioso, sem sacrifícios, nunca se viu.”

Quatrefages, sábio contemporâneo, escreveu: “Eu procurei o ateísmo ou a ausência de uma crença em Deus, entre as raças humanas mais ínfimas como entre as mais elevadas; o ateísmo, porém, não se acha em parte alguma, e todos os povos da terra, tanto os selvagens da América como os negros da África, crêem na existência de Deus”.

A religião é, pois, uma honrosa prerrogativa do gênero humano. Como o pinheiro se avantaja à vegetação rasteira, assim o homem religioso sobrepuja o animal bruto. A quem destruir em si o senso religioso, falta-lhe um caráter essencial da nobreza humana.

A superstição é um crime; a religião, um dever.

Onde existe religião, pressupõe-se todo o bem, onde falta, é certo existir todo o mal.

Não negamos haver pontos de contato ou semelhança entre a religião de Jesus Cristo e as religiões falsas; coisa parecida se dá entre as moedas falsas e a verdadeira. O contrário é que seria para admirar e até impossível. O que há, porém, de característico para a religião cristã, é que só ela apresenta provas convincentes e numerosas da sua divindade. E por isso é que tão longe está de arrecear-se que faça luz em volta dela que, pelo contrário, a deseja e a pede por meio de uma análise sincera e conscienciosa.

Fonte: Lendas do Céu e da Terra - Autor (D.)

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Impiedade castigada - D’Alembert

No palácio da princesa de Lorena havia freqüentes reuniões compostas geralmente de pessoas que se distinguiam pelo saber, por suas virtudes, ou pelo prestígio das posições elevadas que desfrutavam.

Lá foi ter, um dia, o célebre matemático D’Alembert, homem sem crença religiosa, amigo íntimo de Voltaire. Professando as mesmas péssimas doutrinas desse filósofo, desejava propaga-las entre as pessoas mais importantes, e, quando o salão da ilustre princesa se apresentava repleto de convidados, o impiedoso homem vangloriou-se, publicamente, das suas opiniões irreligiosas, dizendo:

- Sou eu o único, neste palácio, que não crê em Deus e por isso não o adora!

Justamente revoltada com essas irreverentes palavras, a princesa de Lorena replicou-lhe com desassombro:

- Engana-se, sr. d’Alembert. O senhor não é o único que, neste palácio, não crê em Deus, nem o adora.

- Julgava-me sozinho e tenho companheiros – replicou o ateu. – Quem são os outros, senhora princesa?

- São todos os cavalos e cães, que estão nas cavalariças e pátios desse palácio.

- Assim me iguala aos irracionais? – tornou D’Alembert com indisfarçável ironia.

- De modo algum – discordou a inteligente princesa. – Bem sei que os irracionais, embora tenham a desgraça de não conhecer nem adorar o Ser Supremo, não têm, todavia, a imprudência de vangloriar-se disso.

As palavras irrespondíveis da princesa de Lorena deixaram o vaidoso incrédulo confuso e humilhado.

Triste, profundamente triste e deplorável, é, no mundo, a situação do ateu. É como um saltimbanco que faz exercícios incríveis na corda; salta e dança suspenso no vácuo; gira de cabeça para baixo no trapézio; exibe, enfim, ao público, proezas tremendas, mas ninguém fica com vontade de imitá-los.

O ateu, na obsessão em que vive, procura convencer os outros para se persuadir a si próprio.

Quem pode negar Deus diante do céu estrelado ou diante da sepultura de um ente querido é muitíssimo infeliz ou muitíssimo culpado.
(D.)

Fonte: Lendas do Céu e da Terra.

terça-feira, 18 de junho de 2013

O bom vizinho e o mau vizinho - Obras de Misericórdia

As pessoas são julgadas pelos seus atos, não só por sua fé. De que adianta ter fé e jamais ter ajudado seu semelhante? Dirão deste: “Sua fé é falsa”.

No entanto, quando alguém está sempre pronto para ajudar o próximo, as pessoas dizem dele: “este, certamente, é um homem de Deus”.

Notei isso recentemente numa rua próximo de minha casa. Moram, naquela rua, duas pessoas muito religiosas. Uma delas nunca fez nada de bom para ninguém, a outra está sempre ajudando a todos. O primeiro é tido como orgulhoso, o segundo como humilde. Quando precisar de alguma coisa, é só bater naquela casa que o morador lhe ajudará – é o que dizem os vizinhos. Este é respeitado por todos e, com seu exemplo, arrasta muitos para a prática da virtude.

Ter fé é importante? Claro que sim. Mas a fé sem as boas obras é morta.

Leiamos o que consta na Epístola de São Tiago, Capitulo 2, versículos de 17 até 19:

Assim também a fé: se não tiver obras, é morta em si mesma.
Mas alguém dirá: Tu tens fé, e eu tenho obras. Mostra-me a tua fé sem obras e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.
Crês que há um só Deus. Fazes bem. Também os demônios crêem e tremem.

Então de nada adianta ter apenas fé, sem que se pratique boas obras. Não é só pela nossa fé, mas  também pelas nossas obras que seremos julgados por Deus.

Vejamos o que consta no Catecismo de São Pio X:

937) Quais são as boas obras de que se nos pedirá conta particular no dia do Juízo?

As boas obras de que se nos pedirá conta particular no dia do Juízo são as obras de misericórdia.

938) Que se entende por obra de misericórdia?

Obra de misericórdia é aquela com que se socorre o nosso próximo nas suas necessidades corporais ou espirituais.

939) Quantas são as obras de misericórdia?

As obras de misericórdia são catorze: sete corporais e sete espirituais, conforme são corporais ou espirituais as necessidades que se socorrem.

940) Quais são as obras de misericórdia corporais?

As obras de misericórdia corporais são:

1ª Dar de comer a quem tem fome;
2ª Dar de beber a quem tem sede;
3ª Vestir os nus;
4ª Dar pousada aos peregrinos;
5ª Assistir aos enfermos;
6ª Visitar os presos;
7ª Enterrar os mortos.

941) Quais são as obras de misericórdia espirituais?

As obras de misericórdia espirituais são:

1ª Dar bom conselho;
2º Ensinar os ignorantes;
3ª Corrigir os que erram;
4ª Consolar os aflitos;
5ª Perdoar as injúrias;
6ª Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo;
7ª Rogar a Deus por vivos e defuntos.

(Catecismo de S. Pio X. Capítulo IV. “Das obras de misericórdia”)

segunda-feira, 20 de maio de 2013

O respeito humano


Apesar da palavra respeito parecer significar apenas não ofender ninguém, ela tem um sentido muito mais amplo. Respeitar é algo que dirige as normas de agir de uma pessoa. No mundo religioso, ter RESPEITO HUMANO significa ter vergonha. Quando alguém tem vergonha de rezar em público, por exemplo, diz-se que a pessoa tem respeito humano.

Se alguém se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do Homem se envergonhará dele, quando vier na sua glória, na glória de seu Pai e dos santos anjos. (São Lucas, 9,26)

Vamos a história de hoje:

O RESPEITO HUMANO

Um jovem estudante, passeando, uma noite, pelas ruas de Paris, entrou por acaso numa igreja. Não era incrédulo, nem tampouco fervoroso. De pé, sem ter a intenção de rezar, distraía-se em observar os que se achavam no templo: mulheres, meninas, alguns trabalhadores e meia dúzia de soldados vindos, hora antes, das aldeias mais próximas.

De repente viu, do outro lado, um homem ajoelhado em atitude reverente.

“Eis ali um religioso”, que parece ser pessoa de tratamento e elevada distinção. Como teria vindo parar aqui, a rezar com este povo? Vamos observá-lo de mais perto.”

O jovem encaminhou-se discretamente para lá e aproximou-se do homem que orava.

- É incrível! – exclamou-se, tomado de vivo espanto. – É o professor Ampère!

Era ele realmente, o maior gênio da Escola Politécnica de Paris, o fundador da eletricidade dinâmica, André Marie Ampère, que ali, humilde como uma criança, estava orando aos pés do altar.

- Se um homem notável como este – disse o estudante -, o maior sábio do mundo, não se sente diminuído ou envergonhado ao demonstrar a grandeza de sua fé, não vejo mais motivo algum para conservar o meu espírito envenenado pelo respeito humano!

Desse dia em diante, o rapazinho alterou, por completo, o rumo de sua vida. Passou a freqüentar a igreja e a orar com devoção junto aos altares.

Esse estudante, que a exemplo do sábio levara ao caminho da salvação, veio a ser o grande Francisco Ozanam.
Ozanam vencera, para sempre, o respeito humano que dominava o seu coração de jovem.

Entre as numerosas cadeias com as quais o espírito das trevas retrai as almas de bem, e as retém no caminho da culpa, jamais se encontrará uma tão pesada como o é o respeito humano.

Por estas palavras, respeito humano, entendem os teólogos o crime daquele que cora de Deus; que não ousa manifestar os seus sentimentos religiosos, porque essa manifestação lhe atrairia os motejos dos ímpios e dos indiferentes.

O respeito humano é um sentimento ignóbil e cobarde, que nos faz renegar o bem pelo mal, a verdade pelo erro, a consciência e a religião pelas máximas do século, com o fim de agradar aos homens e conciliar-lhes a estima.

Autor: (D.) – Lendas do Céu e da Terra – Malba Tahan

NOTA DO BLOG: Ampère é uma unidade de medida da intensidade elétrica. A sua biografia encontramos na wikipédia:
André-Marie Ampère nasceu no ano de 1775 em Lyon (França), foi professor na École Polytechnique de Paris. Em 1814 foi eleito membro da Académie des Sciences. Ocupou-se com vários ramos do conhecimento humano, deixando obras de importância, principalmente no domínio da física e da matemática. Partindo das experiências feitas pelo dinamarquês Hans Christian Oersted sobre o efeito magnético da corrente elétrica, soube estruturar e criar a teoria que possibilitou a construção de um grande número de aparelhos eletromagnéticos. Além disso descobriu as leis que regem as atrações e repulsões das correntes elétricas entre si. Foi físico, filósofo, cientista e matemático francês. Em sua homenagem, foi dado o nome de ampère (símbolo: A) à unidade de medida da intensidade de corrente elétrica.

Foto e Biografia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Andr%C3%A9-Marie_Amp%C3%A8re

sábado, 26 de janeiro de 2013

Louis Pasteur

Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário que lia o seu livro de ciências.

O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de São Marcos. Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:

- O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?

- Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?

- Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.

- É mesmo? E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?

- Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.

O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário.
Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba.

No cartão estava escrito:

Professor Doutor Louis Pasteur,
Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas
da Universidade Nacional da França.

"Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima". Louis Pasteur.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Sua última palavra antes da cirurgia

Um pai de família, profundamente religioso, fora acometido de um mal muito sério nas cordas vocais. Foi ao médico, que constatou um tumor maligno. Somente uma cirurgia poderia solucionar o problema. Mesmo assim arriscar-se-ia a perder a fala para sempre.

Um tanto abatido, voltou para casa e contou o resultado do exame. Despediu-se de todos e se apresentou ao doutor no dia marcado. Antes de iniciar a operação o medico perguntou:

- Se tiver algum recado ou recomendação a dar, pode fazê-lo agora.

Então aquele homem de fé disse com voz firme e forte:

- Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Fonte: Boletim do Padre Pelagio
Foto: da internet. É uma senhora enferma

quarta-feira, 27 de junho de 2012

O ateu e o engraxate

Um menino cantava alegremente um canção religiosa enquanto engraxava os sapatos do freguês.

Querendo gozar do pequeno engraxate, perguntou-lhe o freguês:

- Por que você canta tão forte e tão alegremente?

- Porque Deus é um bom Pai.

O ateu, que há pouco havia comprado um saquinho de laranjas, tirou uma e ofereceu para o garoto desafiando-o:

- Dou-lhe esta laranja se você me disser onde está Deus.

Sem interromper o trabalho, o menino respondeu com firmeza:

- Se eu tivesse, daria duas laranjas para o senhor me dizer onde é que Deus não está.

(desconheço o autor, recebido pela internet)

segunda-feira, 21 de maio de 2012

O que haverá depois?

Há certos textos que não precisam explicação. Por sí já dizem tudo. Uma leitura simples trará profunda reflexão. Recebí por e-mail de minha irmã, mas desconheço o autor. Uma mensagem de fé para os nossos dias.

No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês. O primeiro pergunta ao outro:

- Você acredita na vida após o nascimento?

- Certamente que sim. Algo tem de haver após o nascimento! Talvez estejamos aqui, principalmente, porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.

- Bobagem, não há vida após o nascimento. E como verdadeiramente seria essa vida, se ela existisse?

- Eu não sei exatamente, mas por certo haverá mais luz lá do que aqui... Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comamos com a boca.

- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: a vida, após o nascimento, está excluída – o cordão umbilical é muito curto!

- Na verdade, certamente, há algo depois do nascimento. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui...

- Mas ninguém nunca voltou de lá, para falar sobre isso. O parto apenas encerra a vida. E, afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.

- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.

- Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?

- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e, através dela, nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria!

- Eu não acredito. Eu nunca vi nenhuma mamãe. Por isso, é claro, que não existe mamãe nenhuma!

- Bem, mas às vezes quando estamos em silêncio, podemos ouvi-la cantando; ou sentimos como ela afaga nosso mundo... Saiba: eu penso que só depois de nascidos nossa vida será mais “real”, pois ela tomará nova dimensão. Porque aqui, aonde estamos agora, apenas estamos nos preparando para essa outra vida...

(Autor desconhecido)

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

A Fé provada na tempestade


Naquele dia, ao cair da tarde, Jesus disse aos discípulos:

“Passemos para a outra margem!”.

Eles despediram as multidões e levaram Jesus, do jeito como estava, consigo no barco; e outros barcos o acompanhavam. Veio, então, uma ventania tão forte que as ondas se jogavam dentro do barco; e este se enchia de água. Jesus estava na parte de trás, dormindo sobre um travesseiro. Os discípulos o acordaram e disseram-lhe:

“Mestre, não te importa que estejamos perecendo?”.

Ele se levantou e repreendeu o vento e o mar:

“Silêncio! Cala-te!”.

O vento parou, e fez-se uma grande calmaria. Jesus disse-lhes então:

“Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?”.

Eles sentiram grande temor e comentavam uns com os outros:

“Quem é este, a quem obedecem até o vento e o mar?”.

Se você por estar cansado... cansado de rezar, cansado de esperar, abandona tudo... Você não fez a experiência de um Deus que às vezes “dorme”, que às vezes demora de agir. Mas está dentro do barco.

Sei que assim como eu, você tem muitas histórias pra contar.
Histórias de fortes ventanias, grandes ondas que vem querendo derrubar a sua juventude, a sua fé, esperança...

Acredite no Senhor, e espere Nele, somente Nele.

Se você ainda não fez essa experiência, permaneça no seu barco. Com certeza Ele te ouvirá e dará ordens ao vento e ao mar para que se acalmem, porque esse é um Deus que te ama! É um Deus que foi capaz de se doar por você!

Só Ele te conhece e sabe bem o melhor pra você. Entrega a tua história nas mãos Daquele que tudo pode !

(colaboração enviada por e-mail pela minha amiga Bruna)

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

O ateu


Ao ouvir as palavras eloqüentes de um pregador famoso, um ateu aproximou-se, arrogante, do religioso e observou-lhe:

- O sermão que o senhor acaba de proferir contém, a meu ver, argumentos que eu poderia rebater facilmente. Venho desafiá-lo, portanto, para uma discussão, em público, sobre os diversos pontos de doutrina e religião.

- Aceito o seu desafio - respondeu o pregador. - Imponho, porém, uma condição. Para assistir a essa discussão eu me comprometo a trazer cem pessoas de diferentes classes sociais que foram salvas do mau caminho (segundo poderão provar) e arrancadas do vício e do pecado pela fé cristã. O senhor será, também, obrigado a fazer-se acompanhar, não de cem, mas apenas de dez pessoas que pelos ensinamentos ateístas tenham sido afastados da vida pecaminosa e do crime.

O ateu não pode aceitar a condição imposta pelo adversário. Não lhe seria possível descobrir uma única pessoa que o ateísmo demolidor tivesse levado ao caminho do bem e da virtude.

Com efeito, a moral sem religião é incapaz de indicar ao homem o caminho do bem e da justiça; a moral sem Deus é moral falsa e ridícula. Tudo o que é perfeito e bom ditou-o a religião.

A religião é, também, um dever social. Para as sociedades como para os indivíduos, o cristianismo é a chave da felicidade, é a solução do problema da existência, é uma questão de vida ou de morte.

Para muitos, a religião não passa de atos culturais, igrejas, altares e velas; para outros, não excede o sentimentalismo de uma prece.

Ignoram, aqui, a existência da vida espiritual; conhecem-na, ali, mas tão superficialmente, que chegam a confundir o essencial com o acessório.

(“Lendas do Céu e da Terra” - Malba Tahan)

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Cartão de Visitas


Eu já havia feito esta postagem anteriormente, mas recebí uns e-mails pedindo a re-publicação de dois temas: Cartão de Visitas e o Índio Cherokee. Assim, atendendo os pedidos desse amigos publico:

Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário que lia o seu livro de ciências.

O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de São Marcos. Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:

- O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?

- Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?

- Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.

- É mesmo? E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?

- Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.

O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário.
Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba.

No cartão estava escrito:

Professor Doutor Louis Pasteur,
Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas
da Universidade Nacional da França.


"Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima". Louis Pasteur.

(Cartão de visitas - Fato verdadeiro, integrante da biografia, ocorrido em 1892)

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Mais duas crianças, mártires do Japão - São Tomás Kozaki e Santo Antonio

São Tomas Kozaki

Tomas Kozaki, era filho do Mártir Miguel. De família muito pobre, servia os frades em Kyoto, como ajudante de carpinteiro. O menino tinha boa inteligência e era muito simples. Dedicou-se com empenho a aprender o catecismo e a imitar os franciscanos. Esquecia-se das brincadeiras de criança para visitar os leprosos e os pobres. Discutia com os não-cristãos sobre a falsidade de sua religião. Jejuava, e quando os frades rezavam, e também se dedicava à oração.
Quando os verdugos cortaram as orelhas dos Mártires, Tomás gritou com coragem varonil:

- “Farta-te de sangue de cristãos, e se queres mais, corta!”

No caminho a Nagasaki, escreveu ua belíssima carta a sua mãe, onde aparecem os sentimentos de um filho amoroso e a preocupação de um santo com a salvação eterna da mãe e dos irmãos, por quem iria interceder no céu. Tinha 15 anos apenas quando morreu.

Santo Antonio

Antonio nasceu em Nagasaki, de pai chinês e de mãe japonesa.Batizado no colégio dos jesuítas em Nagasaki, continuou sua formação com os franciscanos. em Kyoto e Osaka.
No natal de 1596, quando os frades já estavam presos, pediu ao padre que veio rezar missa que lhe desse a primeira eucaristia, porque precisava de comunhão para ser mártir.
Quando em Osaka os soldados o quiseram libertar, porque estava um pouco doente e porque era muito criança, não o consentiu. No caminho a Nagasaki, respondeu ao juiz que o mandava renegar a fé:

- “Senhor, de jeito nenhum trocarei o bem certo que vejo ante os olhos por nenhuma coisa deste mundo!”

Já na cruz vence a última tentação: as lágrimas de sua mãe. Aos pais que o acompanhavam até o lugar do suplício disse:

- “Não choreis porque estou atado numa cruz, pois serei mártir. Irei ver a Deus no céu e me lembrarei de vós. Não choreis, antes mostrai-vos orgulhosos diante dos pagãos, para que entendam que vos alegrais, porque o vosso filho padece pela fé que recebeu!”

Com apenas 13 anos de idade, entregou sua alma ao Pai Celeste.

Livro: Os 26 Mártires do Japão – Frei Alécio Broering, O.F.M. – Edições Loyola.

Mártires do Japão, Escola Portuguesa, séc. XVII-XVIII, Col. Arq. João Teixeira

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

São Francisco Xavier e os Mártires Japoneses - São Luiz Ibaragui


Há muito tempo atrás ouvi uma história que muito me impressionou sobre a vida de São Francisco Xavier. Passo a narrar o que me lembro:

São Francisco Xavier, tendo ingressado na Companhia de Jesus tornou-se um dos favoritos de Santo Inácio de Loyola. Sabendo falar um só idioma, converteu povos de outras nacionalidades.
Santo Inácio ordenou a São Francisco Xavier que fosse ao Japão, fazer apostolado.
Escolheu um jesuíta e na companhia deste, se dirigiu ao Japão.
Seu companheiro ficava só imaginando como São Francisco Xavier converteria aquela gente que tinha hábitos totalmente diferente dos ocidentais, nem ao menos sabia falar japonês... No navio, São Francisco Xavier rezava. O mar imenso... com suas ondas levavam o grande santo e soldado de Jesus para o distante Japão.

Chegando ao Japão foram caminhando até chegar ao centro da cidade.
São Francisco Xavier disse ao seu companheiro:

- Faça tudo o que eu fizer.

E assim começou a cantar em voz alta o Credo.Do outro lado, vinha passando em uma liteira a princesa japonesa, carregada por quatro japoneses. Ela ouvindo tal canção, mandou parar. Abriu a pequena cortina, observou e disse:

- Eu não sei o que ele está falando, mas sei que o que ele está cantando é certo.

E assim, através de quadros de Nossa Senhora e através de tradutores da região pode explicar o catolicismo para muitos japoneses que se converteram.

Todos queriam ser batizados pelo “Pai Xavier”.
São Francisco Xavier era um homem fortíssimo. Estava acostumado a rezar o terço com os braços em cruz. No entanto eram tantos os batismos que precisavam ajuda-lo pegando sua mão e derramando água nas testas dos japoneses.

Como sempre acontece com grandes conversões em massa, acabou atraindo ódio dos inimigos. E nobres japoneses budistas, desencadearam uma grande e terrível perseguição aos católicos japoneses, culminando com martírios em grande quantidade.


O fato que passo a narrar em seguida foi extraído do livro "Os 26 Mártires do Japão" escrito pelo Frei Alécio Broering, O.F.M. - Edições Loyola:

OS MÁRTIRES DO JAPÃO:

São Luiz Ibaragui, japonês convertido ao catolicismo, contava com apenas 12 anos de idade.Nasceu em Owari e era sobrinho dos Mártires Leão Karasumaru e Paulo Ibaragui. Tinha sido batizado há apenas um ano e vivia com os frades ajudando o cozinheiro e enchendo o convento de alegria infantil. Era muito expansivo e amigo de todos. Participava assiduamente das orações dos cristãos e dos frades. Servia com muita caridade aos leprosos quando ia aos hospitais.
Seu nome já estava incluído entre os sentenciados à morte. Daqui para a frente, mais ainda inspira bom humor e alegria aos Mártires. Vencia todas as insinuantes propostas de apostasia.
Chegando a Nagasaki, perguntou corajoso:

- Qual é a minha cruz?

E foi correndo abraça-la. Sua cruz estava ao lado do outro menino Antonio. Os dois entoaram o salmo: “Louvai, crianças, ao Senhor. Louvai seu santo nome!”
A firmesa e a coragem das crianças estavam convertendo mais japoneses que prenciavam a comovente fé heróica. E isso alarmou mais ainda os soldados japoneses.
Quando quis recomeçar o salmo, a lança do verdugo atravessa seu corpo infantil. De seus lábios de criança, ainda escapam os doces nomes de Jesus e Maria.

sábado, 12 de junho de 2010

A Borboleta e a Flor

Nós homens somos interesseiros, sempre pedimos coisas à Deus e achamos que Ele tem obrigação de atender-nos mesmo que desmerecidamente. Por isso Deus às vezes testa a nossa Fé. Não dá na hora que pedimos e fica aguardando se continuamos a rezar com Fé. Por isso transcrevo a estória abaixo, para que JAMAIS desistamos de rezar com muita Fé, independentemente se formos atendidos ou não em nossos pedidos. Deus sabe o que é melhor para nós.
Certa vez, um homem pediu a Deus uma Flor... e uma Borboleta. Mas DEUS lhe deu uma cacto... e uma largata. O homem ficou triste, pois não entendeu o porquê de seu pedido vir errado. Daí ele pensou: Também, com tanta gente a entender, resolveu não questionar. Passando algum tempo, o homem foi verificar o pé que deixara esquecido.

Para sua surpresa, do espinhoso e feio cacto tinha nascido a mais bela de todas as flores. E a horrível largata transformara-se em uma belíssima borboleta.

(Histórias que Evangelizam – Gilberto Gomes Barbosa – Comunidade Obra de Maria)

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Pedido à Nossa Senhora do Bom Conselho


Peço a Nossa Senhora do Bom Conselho que retribua ao cêntuplo, concedendo as mais preciosas graças e bençãos, a todos que visitam este Blog e ajudam a difundí-lo por este Brasil, levando a todas as pessoas, sejam jovens, sejam adultos, palavras de ânimo e de fé.


segunda-feira, 26 de abril de 2010

O Planetário

Para quem vem à São Paulo, e gosta das coisas da natureza, não pode deixar de visitar o Planetário, no Parque do Ibirapuera. O Planetário é uma máquina muito interessante que reproduz com exatidão o céu e a posição das estrêlas de qualquer estação do ano vista de qualquer parte do mundo e também de qualquer era histórica. O planetário consegue reproduzir com exatidão o movimento das estrelas e do céu e todos que vão visitá-lo ficam impressionados com essa maravilha. É um espetáculo maravilhoso para crianças e adultos. Vale a pena conferir.
E por falar em planetário, aí vai mais uma história para vocês meus amigos e amigas. Desejo que Nossa Senhora ajude muito a todos vocês e às suas famílias.

O PLANETÁRIO

Braile, astrônomo famoso, tinha um amigo, que, destituído de crenças religiosas não acreditava fosse o universo obra exclusiva de um Ser Supremo.
Desejando confundir e vencer o ateísmo absurdo do amigo, o astrônomo construiu um magnífico planetário, isto é, uma peça mecânica que reproduzia o Sol e os principais planetas com seus movimentos e suas órbitas, e convidou o jovem ateu a observar o interessante engenho.
Graças a um dispositivo muito original, fazendo-se mover o planetário, os astros iniciavam suas rotações em torno do Sol ao mesmo tempo que os pequeninos satélites, com precisão matemática, se moviam em torno dos respectivos planetas.
- É realmente muito interessante - declarou o ateu. - Quem foi o autor deste engenhoso aparelho ?
- Não houve autor algum - respondeu tranqüilo o astrônomo.
- Como assim ?
- Muito simples. Este planetário apareceu aqui por uma simples e natural casualidade!
- Que disparate! Uma peça tão perfeita não pode ser obra da casualidade! Isso é impossível!
- Como impossível? - replicou o astrônomo. - Se na tua opinião um simples planetário não pode ser obra da casualidade, como ousas aceitar que o Universo, com suas infinitas e insondáveis maravilhas, tenha surgido por acaso ?
Esquecia-se o mísero ateu, em sua lamentável ignorância, de que tudo, no Universo e em nós mesmos, está continuamente demonstrado a existência de Deus.
A admirável variedade, perfeição e harmonia do mundo é um testemunho irrecusável de que um Poder superior à natureza, ao universo, a nós todos, criou todas as coisas e as mantém e conserva segundo as leis que Ele mesmo prescreveu.
O mundo não se poderia criar a si próprio.
Obra de Deus não são apenas as estrelas, os sóis e os infinitos astros que povoam o firmamento.
O homem, os animais que vivem na sua sujeição e obediência, os que habitam, selvagens e indômitos, as florestas e os campos, o ar e o oceano; as plantas dos rochedos e aquelas que, como o cedro e o carvalho, agitam a sua copa magnífica nos ares e resistem por séculos aos furores da tempestade; todos estes seres foram criados por um Ente superior e onipotente, que os tirou a todos do nada, que lhes deu as formas infinitamente várias, que lhes concedeu atributos e qualidades diversíssimas, e que lhes pôs leis a regular-lhes a existência.
Há, pois, um Criador que fez o homem e o Universo. Este supremo Criador é Deus!
(D.) (“Lendas do Céu e da Terra” - M.T.)

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Índio Cherokee

Conheces a lenda do rito de passagem da juventude dos índios Cherokees?

O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho.
O filho se senta sozinho no topo de uma montanha toda à noite e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte.
Ele não pode gritar por socorro para ninguém.
Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem.
Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido.
O menino está naturalmente amedrontado.
Ele pode ouvir toda espécie de barulho.
Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele.
Talvez alguns humanos possam feri-lo.
Os insetos e cobras podem vir picá-lo.
Ele pode estar com frio, fome e sede.
O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele se senta estoicamente, nunca removendo a venda.
Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem.
Finalmente.. .
Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida.
Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele.
Ele estava a noite inteira protegendo seu filho do perigo..

Nós também nunca estamos sozinhos!
Mesmo quando não percebemos Deus está olhando para nós, “ao nosso lado”.
Quando os problemas vêm, tudo que temos a fazer é confiar. ELE sempre nos protegerá.

(autoria desconhecida – recebido da internet)

segunda-feira, 19 de abril de 2010

CARTÃO DE VISITAS

Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário que lia o seu livro de ciências.
O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de Marcos. Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:
- O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?
- Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?
- Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.
- É mesmo? E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?
- Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.
O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário.
Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba.
No cartão estava escrito:
Professor Doutor Louis Pasteur, Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional da França.
"Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima". Louis Pasteur.

(Cartão de visitas - Fato verdadeiro, integrante da biografia, ocorrido em 1892)