
(Delamare, Colombo, p. 257)
Fonte: Associação Apostolado do Sagrado Coração de Jesus
Agradeço todos os Sêlos, Prêmios e Reconhecimentos que o Blog Almas Castelos recebeu. Todos eles dou para Nossa Senhora, sem a qual o Almas Castelos não existiria. Por uma questão de estética os mesmos foram colocados na barra lateral direita do Blog. Obrigado. Que a Santa Mãe de Deus abençoe a todos.





Sempre gostei das tardes de outono. Tanta coisa há para se falar sobre isso. Quando o vento sopra pelos galhos das árvores e as folhas mudam de cor... As conversas ao pé da escada... lembranças infindas que a saudade guarda dentro do meu coração.
Não é comum eu trazer noticias para meu blog, já que ele é voltado para o apostolado através de historias, mas como consta na explicação acima na abertura do Blog, “Além de contos, estórias, histórias e poesias, o blog poderá trazer notícias e outras matérias para debates.”
A Santa Igreja Católica Apostólica Romana tem vários modos de legislar. Um desses modos chama-se MOTU PROPRIO, expedido diretamente pelo próprio Papa. A expressão Motu Próprio poderia ser traduzida como “de sua iniciativa própria”. Significa que trata-se de matéria decidida pessoalmente pelo Papa e não por um Cardeal ou outro conselheiro. Um dos Motu Próprio mais importantes e recentes é o Summorum Pontificum de Sua Santidade Bento XVI autorizando que os Padres possam rezar a Missa Tridentina, ou seja, a Missa na forma como era antes do Concilio Vaticano II.
Por causa desse decreto do Papa Bento XVI, cada vez mais encontramos aqui em São Paulo (Brasil) Padres voltados para a liturgia tradicional. É preciso dizer que, cada vez mais, vem mais pessoas a essa Santa Missa, a ponto de eu não encontrar lugar para sentar, se não chegar cedo.
Os cânticos gregorianos, o som do órgão, o odor de incenso do turíbulo, tudo lembra o céu.
Quer entender o que é a Missa? O que significam os paramentos do Padre? Ninguém melhor do que um santo para explicar. E quem explica é Santo Antonio Maria Claret. Ouçamos o que ele nos ensina:
Breve explicação dos mistérios que se representam na Missa
O sacerdote, revestido com os sagrados paramentos, representa a Cristo nosso Redentor em sua sagrada paixão.
O Amicto, com que cobre a cabeça quando começa a revestir-se, simboliza a coroa de espinhos e o lenço com que, cobrindo seu Divino Rosto, escarnecendo Dele, os algozes diziam: advinha quem te feriu.
A Alva simboliza o vestido branco com que o trataram como um louco na casa de Herodes, desprezando-o.
O Cíngulo ou Cordão simboliza as cordas com que foi atado no Horto.
A Estola representa a corda que levava ao pescoço, quando o conduziram preso.
O Manípulo é o símbolo da corda com que o sujeitaram à coluna, para açoutá-lo.
A Casula simboliza o vestido de púrpura que lhe puseram na casa de Pilatos, estando já coroado de espinhos.
O Cálice representa o sepulcro, e os Corporais o lençol em que foi amortalhado o Seu Corpo Santíssimo.
O Intróito, ou entrada da Missa, significa o grande desejo com que no limbo esperavam os Santos Padres a vinda de Cristo ao mundo, para remir a eles e a nós: e para significar seus clamores, dizem-se imediatamente os Kyries, que em nosso idioma significam: Senhor, tende misericórdia de nós.
O Glória in excelsis nos recorda o gozo dos Anjos e dos pastores no Nascimento de Cristo.
As Orações que diz o sacerdote depois do Dominus vobiscum, são símbolo das muitas vezes que Cristo orou por nós no decurso de sua vida.
A Epístola significa a pregação dos Profetas, especialmente a do Batista.
O Gradual, que é o que se lê depois da Epístola, significa a solidão de Cristo no deserto; e o Alleluia representa os serviços que Lhe prestaram os Anjos depois das tentações do demônio, de quem saiu Vitorioso.
O Evangelho significa a pregação de Cristo. Para dizer o Evangelho passa-se o missal ao outro lado do altar, para significar que Cristo passava duns lugares a outros pregando o Evangelho. Quando se lê o Evangelho estamos de pé, para significar a prontidão com que devemos obedecer à lei de Cristo, que se nos promulga no Evangelho; no fim do Evangelho diz-se: Laus tibi, Christe, fazendo inclinação com a cabeça, em sinal de subimissão.
O Credo é um compêndio do que o cristão deve crer; ajoelha-se o sacerdote quando diz Et homo factus est, para dar a entender a grande humildade do Senhor em tomar nossa natureza, e quanto, por conseguinte, nos devemos humilhar diante de Deus, que é nosso Senhor.
O oferecimento que o sacerdote faz da hóstia e do cálice, recorda-nos a prontíssima e inteira vontade com que Cristo se ofereceu para padecer e morrer por nós.
Voltar-se o sacerdote para o povo e dizer Orate, frates, recorda-nos aquele passo em que Cristo, depois de ter orado no horto com suor de sangue, se chegou a seus discípulos e lhes disse: vigiai e orai, para não cairdes em tentação.
O Prefácio e o Sanctus simbolizam a entrada solene e pública de Cristo em Jerusalém no dia de Ramos, e o júbilo com que o povo o recebeu.
No Cânon o sacerdote diz as orações em voz baixa, recordando-nos que Cristo se retirou dos judeus e foi, em segredo, com seus discípulos a Efren; e também para inspirar-nos grande respeito, porque é sabido que o que se faz com demasiada publicidade se vulgariza, e com facilidade se despreza.
Eleva-se a hóstia e o cálice para recordar-nos que Cristo foi levantado na cruz.







FONTE:
Livro: Santuário de Nossa Senhora do Monte Serrat – Santos – Autor: Jacyr F. Braido - Editora Loyola
foto da capela:
http://www.diocesedesantos.com.br/
Foto do Morro:
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0066e.htm


vinham de longe para conversar com ele voltavam admirados com a sonoridade tranqüila e calma de sua voz. Tranqüilidade essa de quem está em Paz com Deus. Não é preciso dizer que o demônio odiava esse padre e sua força firme e tranqüila de quem tem muita Fé. Do Altar-Mor, tudo observava São Miguel Arcanjo.
viagens eram feitas com “navios a vela”, pois os “navios a vapores” somente vieram alguns anos mais tarde. Atravessar o Oceano Atlântico com um “Navio a Vela” rumo ao Brasil demorava por volta de três meses, dependendo da direção dos ventos, das calmarias, e do estado do mar.
temessem não chegar ao destino.


Santo Inácio de Loyola, no tempo em que esteve em uma gruta em Manresa, leu um livrinho cujo autor era anônimo. Magnífico livro era esse. Ao que consta, uma parte dele foi escrita como regra para monges, depois vieram outros textos que acrescidos ao primeiro recebeu o nome de Imitação de Cristo, se transformando assim num livrinho.
O Matrimônio é um Sacramento instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo, que estabelece uma união santa e indissolúvel entre o homem e a mulher, e lhes dá a graça de se amarem um ao outro santamente, e de educarem cristãmente seus filhos.

A Eucaristia é um Sacramento que, pela admirável conversão de toda a substância do pão no Corpo de Jesus Cristo, e de toda a substância do vinho no seu precioso Sangue, contém verdadeira, real e substancialmente o Corpo, Sangue, Alma e Divindade do mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor, debaixo das espécies de pão e de vinho, para ser nosso alimento, espiritual. Está na Eucaristia o mesmo Jesus Cristo que está no Céu e que nasceu, na terra, da Santíssima Virgem.


