Que saudades dos velhos tempos. Quando não se ensinava marxismo nas escolas; quando não se dava livro chato para os alunos lerem, e nem se tratava com indiferença às crianças. Antigamente, as aulas escolares eram uma extensão da educação familiar. Os pais tinham prazer em deixar seus filhos na escola, com a certeza de que iriam ser tratados dignamente. Repreendiam os filhos que não mostrassem boa educação. Os livros indicados para leitura eram muito bons e davam a devida formação moral para as crianças. O professor era tratado com respeito. Sempre antes de começar as aulas rezava-se uma Ave-Maria. E havia um grande crucifixo de madeira fixado na parede.
Os alunos tinham brincadeiras inocentes. Não tinham a tão prejudicial "eletricidade" que a televisão e a internet transportam nossos jovens para a loucura do mundo moderno. A formação psíquica tradicional fazia daquelas crianças futuros homens equilibrados e prontos para o mundo dos adultos, para as atitudes sérias e de responsabilidades. A inocência preparava os jovens para os namoros sérios e casamentos sólidos.
Pensemos em nossas crianças. Ai daqueles que colaboram para a perdição da juventude: "Mas, se alguém fizer cair em pecado um destes pequenos que crêem em mim, melhor fora que lhe atassem ao pescoço a mó de um moinho e o lançassem no fundo do mar." (São Mateus, 18:6)


